Texto de Margarida Pamplona
A festa de casamento é talvez o primeiro acto público do novo casal. Só por isso já vale a pena “investir carinho e dedicação” para que seja de facto uma grande festa, alegre, diversidade, elegante e, acima de tudo, familiar.
Torná-la inesquecível e perfeita é possível e passa muito mais pelos pequenos pormenores, como a simplicidade e as boas maneiras do que pelo aluguer de um palácio ou pela raridade dos vinhos.
Não é necessário comprar um vestido de rainha ou dar uma festa para 500 convidados. É acima de tudo preciso ter bom gosto e bom senso.
O casamento é uma festa de família, deve íntima e restrita, com aqueles que nos acompanham ao longo da nossa vida. Evite aproveitar a festa de casamento para “retribuir convites”, convidar o chefe da sua mãe, ou o vizinho da sua cunhada... Afinal nesse dia tão importante deve estar rodeada dos seus familiares e amigos mais próximos, e só desses.
Sóbrio, em papel de boa qualidade numa cor clara: branca, bege, pérola... Caligrafia simples em cinza, ou azul-escuro sem muitos ornamentos (evite estampados, desenhos, colagens, dourados, etc.).
A festa deve ser cuidada, até ao mais pequeno pormenor e muito bem planeada, mas sempre sóbria.
Cuidado com a decoração da igreja e do local da festa (use flores naturais, cores claras, arranjos simples) fuja de exageros ou extravagâncias; afinal, os convidados devem sentir-se bem, e nunca esquecer o motivo central da festa: os noivos e a cerimónia do casamento.
Especialmente dos noivos e pais. O casamento não é um baile de gala.
Simplicidade, um bom tecido, corte primoroso e um modelo adaptado ao seu corpo são o segredo para uma noiva elegante.
O noivo e família devem, se possível, conjugar entre si as cores, para que durante a cerimónia exista uma harmonia natural.
Opte por pratos simples, deixe o exotismo e a “nouvelle cuisine” para um jantar entre amigos. Os alimentos devem ter muita qualidade e frescura, a composição deve ser equilibrada e sem nunca repetir ingredientes.